quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Esquecer


Mas o que eu queria mesmo era esquecer de você.

domingo, 30 de outubro de 2011

Charlie | Veronika

Movie: Veronika decides to die.
I stole a key 
Took a car downtown where the lost boys meet
 I took a car downtown and took what they offered me
 To set me free 
I saw the lights go down at the end of the scene
 I saw the lights go down and they're standing in front of me
 My scarecrow dreams 
When they smashed my heart into smithereens 
I be a bright red rose come bursting the concrete 
Be the cartoon heart
 Light a fire, light a spark 
Light a fire, a flame in my heart 
We'll run wild 
We'll be glowing in the dark 
Glowing in the dark
 All the boys, all the girls 
All the mess in the world 
All the boys, all the girls 
All the mess that occurs 
All the highs, all the lows
[Charlie Brown - Coldplay in Mylo Xyloto]

Keeping in touch with the inner madness and happiness...
Mice in the basement...

sábado, 22 de outubro de 2011

Pseudo-comediante

Senta lá, Rafinha Bastos. Não teve graça. ¬¬

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2237/rafinha-bastos-comediante-acha-engracado

Bossa.

Não chore ainda não 
Que eu tenho a impressão 
Que o samba vem aí 
E um samba tão imenso 
Que eu ás vezes penso  
Que o próprio tempo 
Vai parar pra ouvir
(Olê, olá - Nara Leão)

Ai que estranho... 
essa subita paz no coração, 
essa calma nos passos, 
esse meio sorriso nos lábios...
Acordei meio Bossa Nova hoje...
Inspiração.

sábado, 15 de outubro de 2011

o Cara.

"As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos."
(Machado de Assis) 

Cansada desses caras que me convidam para dançar e esperam um sorriso como um sinal verde para conduzir a dança. Eu quero um cara que me convença dançar sem usar palavras repetidas, que me convide pelo olhar, que seja o ritmo em pessoa, que seja inesperado.
Um cara surpreendente!

trecho


“Se uma pessoa, não importa quem, resolve se colocar dentro de uma couraça e proteger sua alma, somente durante algum tempo, para conseguir cumprir uma missão difícil, não importa o quê, será que depois de cumprida a missão ela será capaz de voltar a ser de novo ela mesma, exatamente como era antes?” 
in Alguém para correr comigo - de David Grossman.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Hurt

I've hurt myself today
to see if I still feel.
I focus on the pain,
the only thing that's real.

The needle tears a hole;
the old familiar sting,
try to kill it all away,
but I remember everything.


What have I become,
my sweetest friend?
Everyone I know,
goes away in the end,

and you could have it all:
my empire of dirt,
I will let you down,
I will make you hurt.

I wear this crown of thorns
upon my liar's chair:
full of broken thoughts,
I cannot repair.

Beneath the stains of time,
the feelings dissapear.
You are someone else,
I am still right here.

What have I become,
my sweetest friend?
Everyone I know,
goes away in the end,

and you could have it all:
my empire of dirt.
I will let you down,
I will make you hurt.

If I could start again,
a million miles away,
I would keep myself,
I would find a way.



(Johnny Cash)




Essa música dói, realmente. Um choque de realidade. Faz a gente parar pra pensar na vida...
E eu, na minha onda de decepções, desilusões e pessimismo poderia sentar a mesa com o Johnny para dividir  o silêncio. Não há nada pra dizer. Está tudo suspenso no ar. 
Faz muito tempo eu deixei de falar das minhas tristezas porque eu acho que ninguém realmente quer ouvir o drama do palhaço. Eu não sou de curtir tristeza, nem sou amarga. Estou sempre sorrindo de verdade para as pessoas. Mas tem um canto de mim onde o sol não chega e ultimamente isso tem me incomodado, tirado meu sono, me deixado mais cansada do que o normal...
Um amigo, para quem magicamente eu não tenho que explicar essas coisas, entendeu, e me disse citando Jorge Aragão: quem não perdeu não sabe o sabor de reencontrar dentro de si a vontade de viver.
Um dia isso passa...