sábado, 31 de dezembro de 2011

500 days of Summer

Narrator: This is a story of boy meets girl. The boy, Tom Hansen of Margate, New Jersey, grew up believing that he'd never truly be happy until the day he met the one. This belief stemmed from early exposure to sad British pop music and a total mis-reading of the movie 'The Graduate'. The girl, Summer Finn of Shinnecock, Michigan, did not share this belief. Since the disintegration of her parent's marriage she'd only love two things. The first was her long dark hair. The second was how easily she could cut it off and not feel a thing. Tom meets Summer on January 8th. He knows almost immediately she is who he has been searching for. This is a story of boy meets girl, but you should know upfront, this is not a love story. 

 

Tom: What happened? Why - why didn't they work out?
Summer: What always happens. Life. 

May's comment: Yeah, life is always happening around here too... ¬¬

Um filme


Um filme sobre fé, sobre não ter fé, sobre voltar para o lugar onde você cresceu, sobre não falar muito, sobre morrer.
Tinha tudo para ser um bom clichê (e em alguns pontos realmente é), mas Herny Poole, Esperanzza, Patience e a pequena Millie podem surpreender no desenrolar do filme!
Henry Poole muda para uma casa no bairro onde morava quando criança. Não faz questão de reformas, mas insiste em pagar o preço total pedido pela casa. Não quer telefone, nem uma piscina, nem um lindo jardim. "Eu não vou ficar aqui muito tempo", explica. Ele só procura silêncio para passar seus dias bebendo vodka e lembrando da sua vida na casa em frente a sua, dos seus pais e dele mesmo.
No entanto, o silêncio e reclusão acaba quando Esperanzza, sua vizinha, encontra algo incomum num reboco mal feito em uma parede na casa de Poole. Com o ponto de vista que a sua fé lhe confere, ela vê perfeitamente os traços do rosto de Jesus no que Poole insiste ser apenas uma mancha.
Começa então uma verdadeira peregrinação de velhinhas religiosas e pessoas atrás de um milagre no jardim de Henry Poole, um homem sem fé alguma que simplesmente não quer que seu jardim se torne uma igreja.
A única pessoa que parece não pertubar o pobre rapaz é a pequena Millie. Ela não diz uma palavra sequer há muito tempo, e gosta de "roubar" diálogos alheios com seu gravador, Henry parece ser seu alvo favorito. "Às vezes eu também não gosto de falar", diz ele à menina.
Millie, na verdade, é a primeira pessoa que receberá "um milagre da parede". Assim começa a grande discussão do filme: o que é fé, o que são milagres, por que acreditar? Sem deixar espaços, num primeiro momento, para os clichês, já que o personagem principal é totalmente descrente.
Gosto especialmente do que Patience, a garota do supermercado, diz a Poole no finalzinho do filme: "Às vezes as coisas acontecem porque nós escolhemos que aconteçam... E eu escolhi acreditar.". Acho que essa frase resume bem o que é fé. Pelo menos para mim, que como Poole, não acredito em milagres. Mas sim na capacidade das pessoas de fazer coisas incríveis, de simplesmente acreditar.
Com Bob Dylan e Blur na trilha sonora, esse é um filme que vale a pena ver... Acredite você em milagres ou não. =)


 
Trailer do filme.

 
Uma das músicas da trilha sonora, minha favorita.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Esquecer


Mas o que eu queria mesmo era esquecer de você.

domingo, 30 de outubro de 2011

Charlie | Veronika

Movie: Veronika decides to die.
I stole a key 
Took a car downtown where the lost boys meet
 I took a car downtown and took what they offered me
 To set me free 
I saw the lights go down at the end of the scene
 I saw the lights go down and they're standing in front of me
 My scarecrow dreams 
When they smashed my heart into smithereens 
I be a bright red rose come bursting the concrete 
Be the cartoon heart
 Light a fire, light a spark 
Light a fire, a flame in my heart 
We'll run wild 
We'll be glowing in the dark 
Glowing in the dark
 All the boys, all the girls 
All the mess in the world 
All the boys, all the girls 
All the mess that occurs 
All the highs, all the lows
[Charlie Brown - Coldplay in Mylo Xyloto]

Keeping in touch with the inner madness and happiness...
Mice in the basement...

sábado, 22 de outubro de 2011

Pseudo-comediante

Senta lá, Rafinha Bastos. Não teve graça. ¬¬

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2237/rafinha-bastos-comediante-acha-engracado

Bossa.

Não chore ainda não 
Que eu tenho a impressão 
Que o samba vem aí 
E um samba tão imenso 
Que eu ás vezes penso  
Que o próprio tempo 
Vai parar pra ouvir
(Olê, olá - Nara Leão)

Ai que estranho... 
essa subita paz no coração, 
essa calma nos passos, 
esse meio sorriso nos lábios...
Acordei meio Bossa Nova hoje...
Inspiração.

sábado, 15 de outubro de 2011

o Cara.

"As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos."
(Machado de Assis) 

Cansada desses caras que me convidam para dançar e esperam um sorriso como um sinal verde para conduzir a dança. Eu quero um cara que me convença dançar sem usar palavras repetidas, que me convide pelo olhar, que seja o ritmo em pessoa, que seja inesperado.
Um cara surpreendente!