segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Little Lion.

O clááássico Leãozinho com uma das minhas bandas folk favoritas, Beirut.  Eu queria muito estar nessa "festa no apê" aí... Ah se eu pudesse e se o dinheiro desse. hahaha.

 
Olha só, Zach Condon... Você erra lindamente. hehehe.

Veja uma pérola.

"O governo se empenha em tornar obrigatórias disciplinas que, na prática, só vão servir de vetor para aumentar a pregação ideológica de esquerda".


Os responsáveis por essa reportagem provavelmente estudaram Sociologia e Filosofia no Ensino Médio e no Ensino Superior. Por isso sabem muito bem que a melhor forma de controle é manter a ignorância.
A "pregação ideológica de esquerda" não se resume apenas aos partidos que vemos por aí usando essa bandeira de "esquerda" mas que na prática, fazem exatamente como os de "direita". A "pregação ideológica de esquerda" é a capacidade do povo de observar, avaliar, criticar e cobrar dos seus governantes. E isso, meus caros, realmente é apavorante para alguns setores do nosso sistema. Principalmente para os veículos da imprensa que servem não como simples formadores de opiniões, mas como moldadores de mentes que não observam, não avaliam, não criticam e não cobram por si só... A missão deles é cuspir no seu ingênuo e desavisado leitor uma opinião pronta e favorável ao sistema.
Concordo, o brasileiro não é tão bom em matemática, ciência e leitura. Mas, apenas do ponto de vista prático, o raciocínio lógico, a curiosidade, o pensamento independente e a própria leitura são estimulados nos estudos da sociologia e filosofia. A filosofia por si só é o berço de todas as outras ciências. Então, não se pode afirmar que banindo essas duas disciplinas, o quadro da educação brasileira melhoraria significativamente. Pelo contrário, calcularíamos e leríamos sem racioncinar de verdade, sem dar aquilo um sentido, automaticamente como robôs servindo ao mestre. Seríamos leigos e cegos. E muitos, que estudam sociologia e filosofia no Ensino Médio, ainda não se atrevem a pensar... Isso sim, é lastimável.
Ensinar alunos a organizar sindicatos no Acre. Uma grande ameaça. Opa, mas peraí! Não foram as lutas por sindicatos e a voz estridente dos trabalhadores pensantes que garantiram as leis trabalhistas de hoje?! As mesmas leis que dão a esses mesmos jornalistas da Veja tanta segurança no exercício de sua profissão. A ameaça não está nos sindicatos, mas na falta deles...
A ameaça está nessa "liberdade de imprensa" que mais parece uma farsa... Qualquer um pode ver que por trás dessas palavras existem mãos sendo manipuladas em troca de concessões... Pierre Bordieu está certo e foi tão criticado simplesmente por ter razão.
Tenho vergonha desses jornalistas que escrevem qualquer lorota e se deixam manipular tão descaradamente. Infelizmente, nesse meio, há muitos assim...

Por me deixar respirar, por me deixar existir, POR ME DEIXAR PENSAR...
Deus lhe pague.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Trechos

 


"Tantas as palavras recolhidas no seu coração murmurando:
- Eis aqui um que não fará grande sucesso no mundo... As emoções o dominam!"

Meus trechos favoritos do livro. Minha parte favorita da série.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Aqui


Duas Pedras em janeiro de 2012 - fotos de Jander Nogueira.


Córrego Dantas e Campo do Coelho em janeiro de 2012 - fotos de Jander Nogueira.


Além do pesar pelas pessoas que se foram, hoje eu sinto uma imensa vontade de que as eleições cheguem logo... O que nós passamos ano passado NÃO pode servir de pano de fundo para campanha política desses babacas... Eu não esqueço o que fizeram nesse último ano, podem ter certeza. Quem viu esses lugares das fotos acima em janeiro do ano passado sabe que muita coisa continua na mesma...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

She & Him

"It's gonna take a lotta love
To make things work out right."
-ficadica. 
Essa música foi como um biscoito da sorte para 2012...

sábado, 31 de dezembro de 2011

500 days of Summer

Narrator: This is a story of boy meets girl. The boy, Tom Hansen of Margate, New Jersey, grew up believing that he'd never truly be happy until the day he met the one. This belief stemmed from early exposure to sad British pop music and a total mis-reading of the movie 'The Graduate'. The girl, Summer Finn of Shinnecock, Michigan, did not share this belief. Since the disintegration of her parent's marriage she'd only love two things. The first was her long dark hair. The second was how easily she could cut it off and not feel a thing. Tom meets Summer on January 8th. He knows almost immediately she is who he has been searching for. This is a story of boy meets girl, but you should know upfront, this is not a love story. 

 

Tom: What happened? Why - why didn't they work out?
Summer: What always happens. Life. 

May's comment: Yeah, life is always happening around here too... ¬¬

Um filme


Um filme sobre fé, sobre não ter fé, sobre voltar para o lugar onde você cresceu, sobre não falar muito, sobre morrer.
Tinha tudo para ser um bom clichê (e em alguns pontos realmente é), mas Herny Poole, Esperanzza, Patience e a pequena Millie podem surpreender no desenrolar do filme!
Henry Poole muda para uma casa no bairro onde morava quando criança. Não faz questão de reformas, mas insiste em pagar o preço total pedido pela casa. Não quer telefone, nem uma piscina, nem um lindo jardim. "Eu não vou ficar aqui muito tempo", explica. Ele só procura silêncio para passar seus dias bebendo vodka e lembrando da sua vida na casa em frente a sua, dos seus pais e dele mesmo.
No entanto, o silêncio e reclusão acaba quando Esperanzza, sua vizinha, encontra algo incomum num reboco mal feito em uma parede na casa de Poole. Com o ponto de vista que a sua fé lhe confere, ela vê perfeitamente os traços do rosto de Jesus no que Poole insiste ser apenas uma mancha.
Começa então uma verdadeira peregrinação de velhinhas religiosas e pessoas atrás de um milagre no jardim de Henry Poole, um homem sem fé alguma que simplesmente não quer que seu jardim se torne uma igreja.
A única pessoa que parece não pertubar o pobre rapaz é a pequena Millie. Ela não diz uma palavra sequer há muito tempo, e gosta de "roubar" diálogos alheios com seu gravador, Henry parece ser seu alvo favorito. "Às vezes eu também não gosto de falar", diz ele à menina.
Millie, na verdade, é a primeira pessoa que receberá "um milagre da parede". Assim começa a grande discussão do filme: o que é fé, o que são milagres, por que acreditar? Sem deixar espaços, num primeiro momento, para os clichês, já que o personagem principal é totalmente descrente.
Gosto especialmente do que Patience, a garota do supermercado, diz a Poole no finalzinho do filme: "Às vezes as coisas acontecem porque nós escolhemos que aconteçam... E eu escolhi acreditar.". Acho que essa frase resume bem o que é fé. Pelo menos para mim, que como Poole, não acredito em milagres. Mas sim na capacidade das pessoas de fazer coisas incríveis, de simplesmente acreditar.
Com Bob Dylan e Blur na trilha sonora, esse é um filme que vale a pena ver... Acredite você em milagres ou não. =)


 
Trailer do filme.

 
Uma das músicas da trilha sonora, minha favorita.