segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Abre aspas


"Quanto mais diferente de mim alguém é, mais real me parece, porque menos depende da minha subjectividade." (Fernando Pessoa)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Pin up


Momento descontraído aqui: primeira Pin Up nerd que eu vejo! *__*



Tough ain't enough

Zao's pic.
Sometimes You Can't Make It On Your Own
Tough, you think you've got the stuff 
 You're telling me and anyone  
You're hard enough
You don't have to put up a fight

You don't have to always be right 
 Let me take some of the punches For you tonight
Listen to me now I need to let you know You don't have to go it alone
And it's you when I look in the mirror And it's you when I pick up the phone Sometimes you can't make it on your own
We fight all the time  

You and I... that's alright  
We're the same soul 
 I don't need... I don't need to hear you say 
 That if we weren't so alike  
You'd like me a whole lot more
Listen to me now  

I need to let you know  
You don't have to go it alone
And it's you when I look in the mirror

And it's you when I pick up the phone  
Sometimes you can't make it on your own
I know that we don't talk  

I'm sick of it all  
Can you hear me when I sing  
You're the reason I sing 
 You're the reason why the opera is in me...
Where are we now?  

I've got to let you know  
A house still doesn't make a home
Don't leave me here alone...
And it's you when I look in the mirror  

And it's you that makes it hard to let go  
Sometimes you can't make it on your own 
 Sometimes you can't make it  
The best you can do is to fake it  
Sometimes you can't make it on your own 
...

This U2's song reminds me a friend, a mother and a grandmother.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Message


And I'm not going to stand and wait 
Not going to leave it until it's much too late 
On a platform I'm going to stand and say 
That I'm nothing on my own 
And I love you 
Please, come home
My song is love, is love unknown
 
And I've got to get that message home
(Coldplay)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Redação Um

Universidade Candido Mendes, 18 de agosto de 2011.
Redação em Comunicação I - professora Amanda Heiderich.


Proposta de trabalho 1: Criar uma matéria jornalística sobre Faroeste Caboclo (Legião Urbana), assumindo que a história contada na música fosse real.

Obs.: Em Redação I, não estudamos técnicas de redação jornalística. Estudamos apenas gramática. Então o texto abaixo não tem a pretensão de ser uma "boa matéria jornalística". 


O SANTO CRISTO CONTINUA TENTANDO
3 anos depois do fatídico dia do duelo na Ceilândia, João fala da sua vida na cadeida e do seu livro.

    João do Santo Cristo me concedeu a entrevista no pátil da casa de detenção onde cumpre pena por tráfico de drogas, assassinato e porte ilegal de armas.
   Personagem principal de uma história que chamou a atenção de todo Brasil em 2008, ele traz as marcas de suas escolhas estampadas na fisionomia. João, no entanto, é apenas uma sombra do bandido temido e destemido do Distrito Federal.
   João foi condenado a 10 anos de reclusão. Apesar de confessar seus crimes sem exitação, sua pena não foi diminuída, uma vez que ele não é réu primário. Mas poderá sair para visitar sua família no Natal deste ano, graças ao bom comportamento e ao trabalho voluntário.
   Hoje, ele participa de um grupo de apoio a usuários de drogas como monitor. Diz conhecer os dois lados da moeda, o tráfico e o consumo, por tanto quer passar sua experiância e falar com os usuários na língua deles, para, assim, chegar ao coração deles e ajudá-los de alguma forma.
   Santo Cristo cometeu seus primeiros pecados muito cedo. Já aos 15 anos, foi mandado para um reformatório. Saindo de lá, seguiu caminhos que o levaram a vender drogas em shows de rock e a  roubar, indo para cadeia pela primeira vez. Em um sistema penitenciário decadente, João sofreu violência física, chegando a ser estuprado em uma das celas super-lotadas das várias cadeias do Brasil.
   Depois de cumprir pena, ele ainda conheceu o preconceito por causa da sua cor e da sua condição de ex-presidiário. Um trabalho honesto se tornava cada vez mais distante da sua realidade. Mais uma vez, João, juntamente com um primo peruano, traficava drogas vindas da Bolívia em Planaltina.
   Dessa vez, porém, ele encontrou um inimigo diposto a acabar com seu esquema. A disputa entre Santo Cristo e Jeremias (um traficante de renome) terminou no famoso duelo na Ceilândia. João atirou em Jeremias com uma arma ilegal, matando-o.
   Pergunto como foi aquele dia, ele engole seco e, olhando-me nos olhos, responde:
   "Em toda minha vida, por mais bandido que eu fosse, nunca matei ninguém. O ódio é pior do que a droga, ele toma conta da sua mente e do seu corpo, e te leva a fazer coisas impensáveis. No momento em que vi Jeremias morto, me arrependi de todos os meus crimes, mas eu sabia que teria de pagar por eles."
   Quero saber como é voltar à cadeia depois de tudo isso. João diz que com o tempo se aprende a ficar longe de encrenca, e ri. Mas assume uma expressão séria quando avalia o sistema penitenciário brasileiro.
   "O Brasil já evoluiu muito, mas algumas coisas continuam as mesmas. Muita gente diz que cadeia é faculdade de bandido. Não é bem assim, existem projetos para reintegrar detentos à sociedade. O que falta são recursos e mais apoio da sociedade. Nem todo homem aqui é um monstro."
   E cita Nelson Mandela em uma frase que parece ilustrar sua vida:
   "Não se esqueça de que os santos são pecadores que continuam tentando."
   João do Santo Cristo passa seu tempo livre lendo e estudando, principalmente, sociologia e antropologia. Está finalizando um livro chamado "OS CIDADÃOS ATRÁS DAS GRADES", no qual analisa a criminalidade na sociedade brasileira. Já tem um contrato assinado com uma editora e toda renda será revertida para a ONG da qual participa no apoio a jovens usuários de drogas.
   Deespeço-me de João com a certeza de que a alma humana é livre e todo homem é capaz de mudar sua vida, pois somos donos do nosso destino.



Proposta de trabalho 2: Recriar a capa de uma revista ou jornal já existente usando Faroeste Caboclo como matéria principal.





*Para quem não conhece a música original da banda Legião Urbana: 
http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/faroeste-cabloco.html

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Medo


"Meu anjo de guarda noturno: 
Você é quem sabe tudo. 
E quando eu peço proteção 
Não é pra fugir do ladrão
 Nem pra me esconder na igreja 
Eu quero é que Deus nos proteja 
Das dores do coração."
[ maria gadú ]

domingo, 22 de janeiro de 2012

Sobre Deus


 
Alberto Caeiro
Há Metafísica Bastante em Não Pensar em Nada
 
 (...) 

  O único sentido íntimo das cousas
     É elas não terem sentido íntimo nenhum.  
     Não acredito em Deus porque nunca o vi.  
     Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
     Sem dúvida que viria falar comigo
     E entraria pela minha porta dentro
     Dizendo-me, Aqui estou!
     (Isto é talvez ridículo aos ouvidos
     De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,
     Não compreende quem fala delas
     Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)
     Mas se Deus é as flores e as árvores 
     E os montes e sol e o luar,
     Então acredito nele,
     Então acredito nele a toda a hora,
     E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
     E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.
     Mas se Deus é as árvores e as flores 
     E os montes e o luar e o sol,
     Para que lhe chamo eu Deus?
     Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar; 
     Porque, se ele se fez, para eu o ver,
     Sol e luar e flores e árvores e montes,
     Se ele me aparece como sendo árvores e montes
     E luar e sol e flores,
     É que ele quer que eu o conheça
     Como árvores e montes e flores e luar e sol.  
     E por isso eu obedeço-lhe, 
     (Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).  
     Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,
     Como quem abre os olhos e vê,
     E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,
     E amo-o sem pensar nele,
     E penso-o vendo e ouvindo,
     E ando com ele a toda a hora.


-

Acreditar em Deus sem seguir essa ou aquela religião não é ser ateu, ifiel, descrente, satanista.
Eu não preciso criar mitos e figuras para acreditar em Deus. Eu o vejo em tudo, principalmente nas coisas naturais. Na realidade, seja ela boa ou ruim. Cansei de explicar isso pra certas pessoas!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

130 anos

Caro é transforma-se em um arremedo de si próprio 
A ponto de nem se reconhecer mais. 
Hoje eu tenho 130 anos,
 Isso não estava nos meus planos,
 Você sabe a desordem é tenaz.
Tantos laços, tantas amarras, 
Os controles, prentensões, 
Nada adianta se o vento não soprar. 
Esse vento sob minhas asas
,Eu não mando mais em nada, 
Sei que é alto mas eu vou pular.
O que todos vão dizer? 
E aonde vão chegar?
 Nem os olhos podem ver
Decidido eu não volto pra casa, 
O lar é o corpo 
E todas as palavras que a vontade...conseguir pensar. 
Segue o vento sob minhas asas 
Eu não mando mais em nada, sei 
Que é alto mas eu vou pular.
O que todos vão dizer? 
E aonde vão chegar?
 Nem os olhos podem ver.

[agridoce]

Essa música me encontrou hoje a tarde e me pôs pra pensar...

Little Lion.

O clááássico Leãozinho com uma das minhas bandas folk favoritas, Beirut.  Eu queria muito estar nessa "festa no apê" aí... Ah se eu pudesse e se o dinheiro desse. hahaha.

 
Olha só, Zach Condon... Você erra lindamente. hehehe.

Veja uma pérola.

"O governo se empenha em tornar obrigatórias disciplinas que, na prática, só vão servir de vetor para aumentar a pregação ideológica de esquerda".


Os responsáveis por essa reportagem provavelmente estudaram Sociologia e Filosofia no Ensino Médio e no Ensino Superior. Por isso sabem muito bem que a melhor forma de controle é manter a ignorância.
A "pregação ideológica de esquerda" não se resume apenas aos partidos que vemos por aí usando essa bandeira de "esquerda" mas que na prática, fazem exatamente como os de "direita". A "pregação ideológica de esquerda" é a capacidade do povo de observar, avaliar, criticar e cobrar dos seus governantes. E isso, meus caros, realmente é apavorante para alguns setores do nosso sistema. Principalmente para os veículos da imprensa que servem não como simples formadores de opiniões, mas como moldadores de mentes que não observam, não avaliam, não criticam e não cobram por si só... A missão deles é cuspir no seu ingênuo e desavisado leitor uma opinião pronta e favorável ao sistema.
Concordo, o brasileiro não é tão bom em matemática, ciência e leitura. Mas, apenas do ponto de vista prático, o raciocínio lógico, a curiosidade, o pensamento independente e a própria leitura são estimulados nos estudos da sociologia e filosofia. A filosofia por si só é o berço de todas as outras ciências. Então, não se pode afirmar que banindo essas duas disciplinas, o quadro da educação brasileira melhoraria significativamente. Pelo contrário, calcularíamos e leríamos sem racioncinar de verdade, sem dar aquilo um sentido, automaticamente como robôs servindo ao mestre. Seríamos leigos e cegos. E muitos, que estudam sociologia e filosofia no Ensino Médio, ainda não se atrevem a pensar... Isso sim, é lastimável.
Ensinar alunos a organizar sindicatos no Acre. Uma grande ameaça. Opa, mas peraí! Não foram as lutas por sindicatos e a voz estridente dos trabalhadores pensantes que garantiram as leis trabalhistas de hoje?! As mesmas leis que dão a esses mesmos jornalistas da Veja tanta segurança no exercício de sua profissão. A ameaça não está nos sindicatos, mas na falta deles...
A ameaça está nessa "liberdade de imprensa" que mais parece uma farsa... Qualquer um pode ver que por trás dessas palavras existem mãos sendo manipuladas em troca de concessões... Pierre Bordieu está certo e foi tão criticado simplesmente por ter razão.
Tenho vergonha desses jornalistas que escrevem qualquer lorota e se deixam manipular tão descaradamente. Infelizmente, nesse meio, há muitos assim...

Por me deixar respirar, por me deixar existir, POR ME DEIXAR PENSAR...
Deus lhe pague.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Trechos

 


"Tantas as palavras recolhidas no seu coração murmurando:
- Eis aqui um que não fará grande sucesso no mundo... As emoções o dominam!"

Meus trechos favoritos do livro. Minha parte favorita da série.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Aqui


Duas Pedras em janeiro de 2012 - fotos de Jander Nogueira.


Córrego Dantas e Campo do Coelho em janeiro de 2012 - fotos de Jander Nogueira.


Além do pesar pelas pessoas que se foram, hoje eu sinto uma imensa vontade de que as eleições cheguem logo... O que nós passamos ano passado NÃO pode servir de pano de fundo para campanha política desses babacas... Eu não esqueço o que fizeram nesse último ano, podem ter certeza. Quem viu esses lugares das fotos acima em janeiro do ano passado sabe que muita coisa continua na mesma...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

She & Him

"It's gonna take a lotta love
To make things work out right."
-ficadica. 
Essa música foi como um biscoito da sorte para 2012...

sábado, 31 de dezembro de 2011

500 days of Summer

Narrator: This is a story of boy meets girl. The boy, Tom Hansen of Margate, New Jersey, grew up believing that he'd never truly be happy until the day he met the one. This belief stemmed from early exposure to sad British pop music and a total mis-reading of the movie 'The Graduate'. The girl, Summer Finn of Shinnecock, Michigan, did not share this belief. Since the disintegration of her parent's marriage she'd only love two things. The first was her long dark hair. The second was how easily she could cut it off and not feel a thing. Tom meets Summer on January 8th. He knows almost immediately she is who he has been searching for. This is a story of boy meets girl, but you should know upfront, this is not a love story. 

 

Tom: What happened? Why - why didn't they work out?
Summer: What always happens. Life. 

May's comment: Yeah, life is always happening around here too... ¬¬

Um filme


Um filme sobre fé, sobre não ter fé, sobre voltar para o lugar onde você cresceu, sobre não falar muito, sobre morrer.
Tinha tudo para ser um bom clichê (e em alguns pontos realmente é), mas Herny Poole, Esperanzza, Patience e a pequena Millie podem surpreender no desenrolar do filme!
Henry Poole muda para uma casa no bairro onde morava quando criança. Não faz questão de reformas, mas insiste em pagar o preço total pedido pela casa. Não quer telefone, nem uma piscina, nem um lindo jardim. "Eu não vou ficar aqui muito tempo", explica. Ele só procura silêncio para passar seus dias bebendo vodka e lembrando da sua vida na casa em frente a sua, dos seus pais e dele mesmo.
No entanto, o silêncio e reclusão acaba quando Esperanzza, sua vizinha, encontra algo incomum num reboco mal feito em uma parede na casa de Poole. Com o ponto de vista que a sua fé lhe confere, ela vê perfeitamente os traços do rosto de Jesus no que Poole insiste ser apenas uma mancha.
Começa então uma verdadeira peregrinação de velhinhas religiosas e pessoas atrás de um milagre no jardim de Henry Poole, um homem sem fé alguma que simplesmente não quer que seu jardim se torne uma igreja.
A única pessoa que parece não pertubar o pobre rapaz é a pequena Millie. Ela não diz uma palavra sequer há muito tempo, e gosta de "roubar" diálogos alheios com seu gravador, Henry parece ser seu alvo favorito. "Às vezes eu também não gosto de falar", diz ele à menina.
Millie, na verdade, é a primeira pessoa que receberá "um milagre da parede". Assim começa a grande discussão do filme: o que é fé, o que são milagres, por que acreditar? Sem deixar espaços, num primeiro momento, para os clichês, já que o personagem principal é totalmente descrente.
Gosto especialmente do que Patience, a garota do supermercado, diz a Poole no finalzinho do filme: "Às vezes as coisas acontecem porque nós escolhemos que aconteçam... E eu escolhi acreditar.". Acho que essa frase resume bem o que é fé. Pelo menos para mim, que como Poole, não acredito em milagres. Mas sim na capacidade das pessoas de fazer coisas incríveis, de simplesmente acreditar.
Com Bob Dylan e Blur na trilha sonora, esse é um filme que vale a pena ver... Acredite você em milagres ou não. =)


 
Trailer do filme.

 
Uma das músicas da trilha sonora, minha favorita.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Esquecer


Mas o que eu queria mesmo era esquecer de você.

domingo, 30 de outubro de 2011

Charlie | Veronika

Movie: Veronika decides to die.
I stole a key 
Took a car downtown where the lost boys meet
 I took a car downtown and took what they offered me
 To set me free 
I saw the lights go down at the end of the scene
 I saw the lights go down and they're standing in front of me
 My scarecrow dreams 
When they smashed my heart into smithereens 
I be a bright red rose come bursting the concrete 
Be the cartoon heart
 Light a fire, light a spark 
Light a fire, a flame in my heart 
We'll run wild 
We'll be glowing in the dark 
Glowing in the dark
 All the boys, all the girls 
All the mess in the world 
All the boys, all the girls 
All the mess that occurs 
All the highs, all the lows
[Charlie Brown - Coldplay in Mylo Xyloto]

Keeping in touch with the inner madness and happiness...
Mice in the basement...

sábado, 22 de outubro de 2011

Pseudo-comediante

Senta lá, Rafinha Bastos. Não teve graça. ¬¬

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2237/rafinha-bastos-comediante-acha-engracado

Bossa.

Não chore ainda não 
Que eu tenho a impressão 
Que o samba vem aí 
E um samba tão imenso 
Que eu ás vezes penso  
Que o próprio tempo 
Vai parar pra ouvir
(Olê, olá - Nara Leão)

Ai que estranho... 
essa subita paz no coração, 
essa calma nos passos, 
esse meio sorriso nos lábios...
Acordei meio Bossa Nova hoje...
Inspiração.

sábado, 15 de outubro de 2011

o Cara.

"As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos."
(Machado de Assis) 

Cansada desses caras que me convidam para dançar e esperam um sorriso como um sinal verde para conduzir a dança. Eu quero um cara que me convença dançar sem usar palavras repetidas, que me convide pelo olhar, que seja o ritmo em pessoa, que seja inesperado.
Um cara surpreendente!